Por Andrea Muniz
Vivemos tentando resolver a vida com a cabeça, como se a razão, sozinha, fosse suficiente para sustentar a existência. Mas é o coração que move o mundo. Não é o mental que faz as coisas verdadeiramente acontecerem é o que sentimos. O amor é, talvez, a força mais inteligente que existe.
O que vemos hoje é um mundo cheio de gente funcionando perfeitamente por fora, mas com a alma desligada. Falta sentir. Falta presença física e emocional. Falta empatia. Falta o transbordamento do amor que humaniza as relações e devolve profundidade aos encontros.
Estamos rápidos demais para julgar, prontos demais para criticar. Adoecemos pelo excesso de razão e pela ausência de sensibilidade. Quando nos desconectamos do sentir, nos afastamos da nossa própria verdade. E é justamente nesse distanciamento que a vida perde cor, sentido e direção.
Mas quando voltamos a sentir de verdade, algo se reorganiza por dentro. As escolhas mudam. As relações se transformam. A vida encontra outro eixo. O amor não é fraqueza e sim força. É o que liberta, cura e abre caminhos invisíveis à lógica, mas evidentes à alma.
É Deus quem nos ensina a sentir assim. Dele vem o amor que restaura, que guia e que sustenta. Sem essa conexão, o coração se perde em ruídos e excessos. Com ela, tudo encontra direção. Quando o amor se torna guia, Deus conduz e a alma descansa na fé.
“Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.” (1 João 4:16)
Andrea Muniz é empresária e executiva com atuação no setor de energia e em projetos de impacto socioambiental, com foco em inovação, sustentabilidade e desenvolvimento de negócios. Ao longo de sua trajetória, tem se destacado pela capacidade de integrar estratégia, liderança e conexões humanas na construção de iniciativas que unem performance e propósito. Sua atuação abrange empreendedorismo, liderança feminina e relações sustentáveis, temas que também orientam sua escrita como colunista. Na revista, Andrea compartilha reflexões sobre comportamento, propósito e desenvolvimento humano sob uma perspectiva contemporânea e institucional.
