Psicanalista e comunicador, Bruno Lombardi aposta na arte, no humor e na autenticidade para aproximar o debate sobre saúde emocional da vida real — e se prepara para levar sua voz aos palcos e às telas.
Num momento em que o Brasil vive um boom de ansiedade, diagnósticos tardios e debates acalorados sobre saúde mental nas redes sociais, um novo movimento vem ganhando espaço: o da comunicação emocional acessível, leve e profundamente humana. Um dos nomes por trás desse movimento é o psicanalista e comunicador Bruno Lombardi.
Apostando na mistura entre psicanálise, humor inteligente e linguagem pop, Bruno tem unido duas paixões antigas — a atuação e a escuta — para transformar temas complexos em conversas possíveis. Hoje, ele apresenta dois quadros na RedeTV Tocantins, atua como psicanalista e começa a trilhar um caminho artístico que resgata seus sonhos de menino, com maturidade, propósito e identidade. “Quero que as pessoas vejam que é possível sonhar de novo — mesmo com inseguranças. E que a autenticidade cura mais do que o desempenho”, diz.
Apesar do currículo acadêmico louvável, graduação em Ciências Econômicas, Geografia e Pedagogia, Mestrado e Doutorado em Geografia e Formação em Psicanálise Clínica, Bruno nunca deixou de lado a vocação artística. Em seus trabalhos para TV e redes sociais, leva conversas espontâneas, provoca reflexões e constrói pontes entre teoria e vida real. Tudo com humor leve, humanidade e uma estética que preza pela imperfeição e pela naturalidade.
Suas referências misturam Tatá Werneck (atriz e comediante), Pedro Bial (jornalista, escritor e apresentador), Ana Clara (apresentadora) e canais de TV lançados diretamente em uma plataforma de vídeo, criando um híbrido raro no cenário atual: comunicação acessível, com profundidade e entretenimento na mesma medida.
A autenticidade, segundo ele, é sua principal ferramenta. “Não finjo ter todas as respostas. Eu converso. E é nessa conversa que a gente se encontra”, afirma. Essa postura, aliada à coragem de se reinventar, tornou sua presença digital cada vez mais consistente.
Nos últimos meses, Bruno intensificou estudos de teatro, postura de palco e performance diante das câmeras. Está preparando novos quadros, colaborações e projetos que mesclam humor, psicanálise e arte.
Em um país em que a saúde emocional virou prioridade, a figura do psicanalista comunicador representa um novo tipo de liderança: a que acolhe, diverte, ensina e toca ao mesmo tempo. Bruno faz parte dessa nova geração que tira o debate psicológico da rigidez e o coloca no cotidiano, aproximando pessoas que antes se sentiam distantes desse universo.
Para os próximos anos, Bruno se vê ampliando seu alcance com projetos audiovisuais, parcerias estratégicas e ser apresentador de um programa de alcance nacional — espaço onde pretende revisitar cenas icônicas de filmes e séries para traduzir comportamentos, emoções e conflitos humanos de maneira leve e acessível.
“Quero inspirar. Quero tocar. Quero que as pessoas se sintam vistas.”
E ele está apenas começando.
