A Dor que se Transformou em PropósitoA história de Simone Brito não começa nos palcos, mas no abandono. Sobrevivente do abandono paterno, criada pelos...
Relacionamento amoroso não é lugar para sentir medo. É, ou pelo menos deveria ser, um espaço de acolhimento, proteção, parceria e segurança emocional. Ainda...
Questões relacionadas à qualidade, procedência e segurança de produtos e serviços fazem parte das preocupações crescentes da população. Nesse contexto, o livro Quando Ninguém...
Gastronomia tradicional de Florianópolis não é apenas sobre frutos do mar. É sobre identidade, herança cultural e um modo de vida que respeita o tempo das marés. Quando cheguei à ilha, não demorei a perceber que ali o mar não é paisagem — é sustento, memória e rotina.
A pesca artesanal ainda pulsa em bairros históricos e comunidades tradicionais. Na temporada da tainha, por exemplo, a praia se transforma em palco de cooperação: homens atentos ao movimento do cardume, redes sendo lançadas, famílias acompanhando da areia. É alimento, mas também é celebração.
Sou paulistana, criada no ritmo acelerado de São Paulo, e sempre tive orgulho da cidade que nunca dorme. Cresci cercada por restaurantes para todos os gostos, cafeterias em cada esquina e a praticidade do delivery que chega antes mesmo da fome apertar. Mas, em meio a tanta oferta, senti que precisava experimentar um novo estilo de vida — e uma nova forma de me relacionar com a comida.