Em um cenário dominado por telas, sistemas e processos automáticos, a presença humana lembra o que a tecnologia insiste em esquecer: empatia não se programa.
Hoje, reputação não é discurso nem campanha. É critério silencioso de decisão — e quem ainda trata isso como marketing já está pagando o preço sem saber.
A construção de uma cultura de paz no ambiente escolar passa pela liderança, pelo diálogo e pelas relações cotidianas. Mais do que um conceito abstrato, a paz se forma nas escolhas diárias que orientam a convivência, o aprendizado e o desenvolvimento humano dentro da escola.
Quando a crise estoura, o feed desaparece. O que fica é o histórico — e a reputação registrada na imprensa passa a decidir quem se defende e quem fica exposto.