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Saúde mental entra na agenda obrigatória das empresas e encontro online discute como não errar na execução

Evento ao vivo com Alessandra Oliveira propõe leitura prática sobre a nova exigência da NR-1 e os erros que ainda dominam as organizações

A atualização da NR-1 colocou a saúde mental no centro da gestão de riscos das empresas brasileiras. O problema é que a maioria ainda não sabe como operacionalizar essa exigência. É nesse contexto que surge um encontro online, no dia 23 de maio, das 19h às 20h30, com foco direto no que muda e no que continua sendo feito de forma errada.

A entrada dos fatores psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais não criou um novo problema.

Ela expôs um antigo.

Empresas sempre lidaram com pressão, conflito, sobrecarga e desgaste emocional, mas trataram isso como tema secundário, muitas vezes restrito ao RH ou a iniciativas pontuais.

A NR-1 muda esse enquadramento. Agora, não se trata mais de percepção. Se trata de responsabilidade.

O gap entre obrigação e execução

Apesar da exigência já estar definida, o mercado ainda opera no improviso.

Diagnósticos superficiais, ações desconectadas e ausência de continuidade continuam sendo a regra, não a exceção.

O resultado é previsível:

empresas falam sobre saúde mental,
mas não conseguem estruturar gestão.

É exatamente esse descompasso que o encontro online propõe enfrentar.

O que será discutido

Conduzido por Alessandra Oliveira, Diretora de Negócios da Felippelli e especialista em desenvolvimento humano e aplicação de instrumentos estruturados de leitura comportamental, o encontro parte de um ponto claro:

não basta reconhecer o problema, é preciso saber operar sobre ele.

A proposta não é motivacional. É técnica.

Entre os pontos centrais que serão abordados:

  • o que muda, na prática, com a nova exigência da NR-1
  • por que a maioria das empresas ainda está despreparada
  • como estruturar diagnóstico real de risco psicossocial
  • o papel da liderança na sustentação do ambiente de trabalho
  • onde entram instrumentos de leitura estruturada — e onde costumam ser mal utilizados
  • os erros que geram exposição, e não proteção

Ferramenta não resolve. Estrutura resolve.

Um dos pontos críticos do debate está no uso de instrumentos.

Ferramentas como assessments e leituras psicossociais vêm ganhando espaço, mas muitas vezes são aplicadas sem critério, sem governança e sem respeito à confidencialidade.

O problema não é a ferramenta. É o uso.

Sem estrutura, qualquer diagnóstico vira ruído. E ruído, em ambiente corporativo, vira risco.

Por que esse tipo de discussão ganha urgência agora

A saúde mental deixou de ser pauta interna.

Ela já impacta:

  • afastamentos
  • produtividade
  • clima
  • reputação

E, cada vez mais, passa a ser observada também do lado de fora, por mercado, investidores e opinião pública.

Ignorar isso não é mais uma escolha neutra. É uma decisão com consequência.

Finalização

O encontro do dia 23 de maio não surge como tendência. Surge como resposta. Resposta a um cenário onde a exigência já existe, mas a maturidade ainda não.

Empresas que continuam tratando saúde mental como discurso estão atrasadas. E, agora, reguladas.

Serviço

Data: 23 de maio
Horário: 19h às 20h30
Formato: Online e ao vivo

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